Ciclo Verde TJPI – Destinação Sustentável de Bens em Economia Circular
CSA
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Público
Objetivo geral: Consolidar o Ciclo Verde TJPI como modelo institucional de destinação sustentável de bens judiciais, promovendo economia circular, rastreabilidade, redução de impactos ambientais e geração de benefícios sociais. Objetivos específicos: Sistematizar a metodologia desenvolvida na experiência-piloto; Consolidar os resultados ambientais, institucionais e sociais alcançados; Padronizar o fluxo de triagem, classificação, certificação, decisão e destinação dos bens; Fortalecer a integração entre as unidades judiciais, o NUSA e os setores administrativos envolvidos; Ampliar a utilização de reciclagem, reaproveitamento e logística reversa; Reduzir a necessidade de destruição de bens como forma de destinação; Estabelecer indicadores para monitoramento dos resultados; Estruturar condições para expansão da metodologia para outras unidades do TJPI; Possibilitar a replicação do modelo em outros contextos institucionais.
1. Metodologia institucional do Ciclo Verde consolidada – documento contendo fluxo, critérios, responsabilidades e procedimentos para destinação sustentável de bens judiciais.
2. Relatório de resultados do projeto – documento contendo indicadores quantitativos e qualitativos dos resultados ambientais, institucionais e sociais alcançados.
3. Fluxo institucional de destinação sustentável de bens – procedimento padronizado e integrado ao SEI, validado pelas unidades responsáveis.
4. Modelo de expansão do Ciclo Verde – proposta de aplicação da metodologia em outras unidades do TJPI.
O projeto compreenderá a formalização, consolidação e sistematização do Ciclo Verde TJPI, a partir da experiência-piloto realizada na 2ª Vara da Infância e Juventude de Teresina. Serão contempladas a documentação da metodologia, a definição e padronização do fluxo institucional, a consolidação dos resultados alcançados, a estruturação de indicadores, a identificação das responsabilidades dos setores envolvidos, a sistematização das parcerias necessárias à destinação ambientalmente adequada e a elaboração de proposta para expansão da prática a outras unidades do Tribunal.
A metodologia compreende, essencialmente, a triagem e classificação dos bens, certificação de inservibilidade, formalização administrativa, decisão judicial fundamentada, encaminhamento ao NUSA, destinação mediante reciclagem, reaproveitamento, logística reversa ou descarte ambientalmente adequado e registro final com certificação da destinação.
Fora do Escopo não cadastrado
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10 Abr
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Nenhum risco cadastrado para este projeto